Será baseado numa das poses mesmo naturais que aparecem nas capas da revista 'Happy'?
sábado, 8 de setembro de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Pergunta sem resposta #2
Há mais alguém que à noite é atacado por uma enorme vontade de dançar tango, apesar de não saber e de não ter música ligada? Espero não ser o único.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Coisas que sabe bem fazer quando as aulas acabaram
Tirar todas as folhas que já não se precisa, e rasgá-las
Depois de mais um ano de trabalho, um dos sentimentos mais aliviantes é pegar no dossier e desventrá-lo. Olhar para estas folhas todas com testes, trabalhos e exercícios (como podem ver, algumas também estão cheias de desenhos), faz-me rever quanto trabalho algumas coisas deram. Rasgar tudo isto, faz me mentalizar as férias e ficar feliz porque por agora isto acabou, não tenho tpcs, testes, obrigações, nada!
Venha a liberdade!
Até Setembro, porque aí, lá vamos nós outra vez...
domingo, 1 de julho de 2012
Pergunta sem resposta
Pergunto-me quem teve a ideia de pôr corrimões de metal nas saídas do metro do Marquês de Pompal. Com este calor, quem quiser usar o corrimão, devia levar umas luvas de cozinha.
Se calhar foi feito assim, para os sem-abrigo fazerem ovos estrelados quando têm fome, nesse caso até é por uma boa causa, não precisam de comprar frigideiras...
Se calhar foi feito assim, para os sem-abrigo fazerem ovos estrelados quando têm fome, nesse caso até é por uma boa causa, não precisam de comprar frigideiras...
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Hoje
Hoje fiz uma coisa muito estúpida.
Ser estúpido fez com que me sentisse aliviado.
Foi basicamente isso.
Ser estúpido fez com que me sentisse aliviado.
Foi basicamente isso.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Uma semana diferente
Vou vos contar como foi esta semana para mim. Foi uma semana bastante cheia e diferente do que as minhas semanas costumam ser.
Então. No domingo acordei com dores de cabeça e pensava que tinha dormido mal ou demais, continuando assim o meu dia a dia normal para um domingo (que não consiste em fazer muita coisa), mas as dores não pararam e a minha barriga também estava estranha. No dia a seguir estava pior e fiquei em casa. Nessa noite, dormi e senti-me mesmo mal, tinha febre, doía-me a barriga e estava mesmo enjoado, mas não vomitei. Como não sabíamos o que eu tinha fomos ao hospital.
O hospital não estava muito cheio, tinha lá algumas pessoas mas não estava a abarrotar. As paredes estavam cheias de desenhos e uma delas dizia "Agradecemos ao Continente pintar este espaço e torná-lo colorido" ou assim. Estar num hospital é sempre um pouco desagradável, por isso foi bom as primeiras análises (palpar barriga, tirar sangue) terem sido rápidas.
As primeiras.
Depois destas análises, tive de fazer uma ecografia, o que é bastante estranho. Não é só estranho por estares deitado com uma senhora desconhecida a passar por cima da tua barriga com um aparelho e um creme frio e viscoso (lubrificante?), mas também porque o que aparece no ecrã, que demonstra o interior da nossa barriga, é completamente impossível de se compreender! O que se vê são círculos cinzentos e ovais a mexer-se o tempo todo, como o meu pai disse "isto parece o oceanário". Os resultados desta ecografia demoraram algum tempo e quando chegaram já passava das 18:00.
Os resultados foram que não parecia ser uma apendicite, mas podia muito bem ser e que por isso tinha de esperar até à meia-noite, para vir um cirurgião que iria ver como eu estava e talvez operar-me.
Tinha de esperar até à meia noite porque tinha comido e era preciso estar em jejum durante seis horas para ser operado. Não podia comer durante este tempo todo, mas estava a ser alimentado, pelo meu pulso, com soro (sim, tinha um tudo enfiado no meu braço, o que não é tão mau como parece). Então tive até à meia noite a fazer tempo, o meu pai fez me compania, mas mesmo assim foi uma seca.
Acabei por não ser operado naquela noite, mas o cirurgião disse que não tinha a certeza do que era e para esperamos mais um dia...
Nesse dia também não fui operado, fizeram mais umas fotos da vida aquática dentro da minha barriga e descobriram que não era o apêndice, mas sim uma 'adenite misantérica' (o que provavelmente não está bem escrito) e que tinha de passar mais um dia no hospital, porque podia piorar.
Depois de umas bolachas e um chá, acompanhados com um pacote de açúcar (uma noite faço os rumores realidade) mudei de quarto outra vez.
O meu terceiro quarto era no segundo andar do hospital e tinha uma vista fantástica! Dava para ver o Tejo, a torre de Belém, a ponte 25 de Abril e um pequeno pedaço do padrão dos descobrimentos! O outro quarto tinha vista para uma faculdade de medicina, dava para ver os estudantes a estudarem e fumarem na varanda a noite toda (mesmo a noite toda). Aqui, apesar de continuar sem apetite, até já podia comer normalmente e a comida até era boa.
A noite que tive de passar neste quarto, não foi muito agradável. Não é que combinasse com a frase Nicola do pacote de açúcar da ceia "uma noite faço do teu roncar a minha canção de embalar", visto que a outra cama do meu quarto não estava ocupada, mas eu não me estava a sentir muito bem e havia um bebé a chorar tanto que parecia que ia explodir, fazia impressão.
No dia a seguir já era quinta-feira e quando o meu pai me quis vir buscar deram-lhe a agradável noticia que eu tinha de ficar internado mais um dia. Fiz a mesma coisa que no dia anterior: desenhar um pouco, ver televisão, ler e ter visitas.
À noite tive o privilégio de ver o fantástico fogo de artifício da Volvo Ocean Race (ou assim) sobre o Tejo, que não teria visto de nenhuma janela da minha casa...
O resto da noite foi normal, dormi bem e não combinou com o "uma noite faço o teu chão tremer do lanche", nem o "uma noite viro faço-te uma proposta indecente da ceia".
Sexta era o dia mundial da criança e finalmente podia voltar para casa. Havia uns palhaços no hospital para entreter os mais novos (nunca gostei muito de palhaços).
Uma das enfermeiras (que, já agora, eram mesmo simpáticas) deu-me um saco com um presente do dia mundial da criança. Lá dentro estavam canetas, cadernos, creme solar, um bloco e uma pequenina caixa com doces, foi uma despedida simpática que me deu apesar "de já não seres bem uma criança" e disse que era difícil encontrar alguma coisa para os adolescentes.
Nunca tinha estado internado num hospital e foi uma experiência bastante diferente, nem sempre agradável (especialmente a partes de tirar sangue e tal), mas até um pouco interessante.
PS: Espero que este post gigante não vos tenha tirado demasiado tempo de vida :D
Então. No domingo acordei com dores de cabeça e pensava que tinha dormido mal ou demais, continuando assim o meu dia a dia normal para um domingo (que não consiste em fazer muita coisa), mas as dores não pararam e a minha barriga também estava estranha. No dia a seguir estava pior e fiquei em casa. Nessa noite, dormi e senti-me mesmo mal, tinha febre, doía-me a barriga e estava mesmo enjoado, mas não vomitei. Como não sabíamos o que eu tinha fomos ao hospital.
O hospital não estava muito cheio, tinha lá algumas pessoas mas não estava a abarrotar. As paredes estavam cheias de desenhos e uma delas dizia "Agradecemos ao Continente pintar este espaço e torná-lo colorido" ou assim. Estar num hospital é sempre um pouco desagradável, por isso foi bom as primeiras análises (palpar barriga, tirar sangue) terem sido rápidas.
As primeiras.
Depois destas análises, tive de fazer uma ecografia, o que é bastante estranho. Não é só estranho por estares deitado com uma senhora desconhecida a passar por cima da tua barriga com um aparelho e um creme frio e viscoso (lubrificante?), mas também porque o que aparece no ecrã, que demonstra o interior da nossa barriga, é completamente impossível de se compreender! O que se vê são círculos cinzentos e ovais a mexer-se o tempo todo, como o meu pai disse "isto parece o oceanário". Os resultados desta ecografia demoraram algum tempo e quando chegaram já passava das 18:00.
Os resultados foram que não parecia ser uma apendicite, mas podia muito bem ser e que por isso tinha de esperar até à meia-noite, para vir um cirurgião que iria ver como eu estava e talvez operar-me.
Tinha de esperar até à meia noite porque tinha comido e era preciso estar em jejum durante seis horas para ser operado. Não podia comer durante este tempo todo, mas estava a ser alimentado, pelo meu pulso, com soro (sim, tinha um tudo enfiado no meu braço, o que não é tão mau como parece). Então tive até à meia noite a fazer tempo, o meu pai fez me compania, mas mesmo assim foi uma seca.
Acabei por não ser operado naquela noite, mas o cirurgião disse que não tinha a certeza do que era e para esperamos mais um dia...
Nesse dia também não fui operado, fizeram mais umas fotos da vida aquática dentro da minha barriga e descobriram que não era o apêndice, mas sim uma 'adenite misantérica' (o que provavelmente não está bem escrito) e que tinha de passar mais um dia no hospital, porque podia piorar.
Depois de umas bolachas e um chá, acompanhados com um pacote de açúcar (uma noite faço os rumores realidade) mudei de quarto outra vez.
O meu terceiro quarto era no segundo andar do hospital e tinha uma vista fantástica! Dava para ver o Tejo, a torre de Belém, a ponte 25 de Abril e um pequeno pedaço do padrão dos descobrimentos! O outro quarto tinha vista para uma faculdade de medicina, dava para ver os estudantes a estudarem e fumarem na varanda a noite toda (mesmo a noite toda). Aqui, apesar de continuar sem apetite, até já podia comer normalmente e a comida até era boa.
A noite que tive de passar neste quarto, não foi muito agradável. Não é que combinasse com a frase Nicola do pacote de açúcar da ceia "uma noite faço do teu roncar a minha canção de embalar", visto que a outra cama do meu quarto não estava ocupada, mas eu não me estava a sentir muito bem e havia um bebé a chorar tanto que parecia que ia explodir, fazia impressão.
No dia a seguir já era quinta-feira e quando o meu pai me quis vir buscar deram-lhe a agradável noticia que eu tinha de ficar internado mais um dia. Fiz a mesma coisa que no dia anterior: desenhar um pouco, ver televisão, ler e ter visitas.
À noite tive o privilégio de ver o fantástico fogo de artifício da Volvo Ocean Race (ou assim) sobre o Tejo, que não teria visto de nenhuma janela da minha casa...
O resto da noite foi normal, dormi bem e não combinou com o "uma noite faço o teu chão tremer do lanche", nem o "uma noite viro faço-te uma proposta indecente da ceia".
Sexta era o dia mundial da criança e finalmente podia voltar para casa. Havia uns palhaços no hospital para entreter os mais novos (nunca gostei muito de palhaços).
Uma das enfermeiras (que, já agora, eram mesmo simpáticas) deu-me um saco com um presente do dia mundial da criança. Lá dentro estavam canetas, cadernos, creme solar, um bloco e uma pequenina caixa com doces, foi uma despedida simpática que me deu apesar "de já não seres bem uma criança" e disse que era difícil encontrar alguma coisa para os adolescentes.
Nunca tinha estado internado num hospital e foi uma experiência bastante diferente, nem sempre agradável (especialmente a partes de tirar sangue e tal), mas até um pouco interessante.
PS: Espero que este post gigante não vos tenha tirado demasiado tempo de vida :D
sexta-feira, 11 de maio de 2012
A coisa mais estranha que vi hoje #8
Hoje no Cais de Sodré vi uma mulher que estava com um casaco de peles, o qual me chocou bastante. Não porque era enorme, feito de pelo de dálmata ou porque era daqueles onde se reconhece os olhos e os membros do casaco, mas sim por ser x de um animal mesmo raro, do qual eu só conheço um exemplar vivo. O casaco era vermelho e muito felpudo... Sim, vocês adivinharam, era de pelo de elmo da rua sésamo (não sei como ele se chama em português)!
Também já vi uma miuda com um casaco azul e felpudo e, se olhassemos bem para ele, estava cheio de migalhas de bolachas...
Também já vi uma miuda com um casaco azul e felpudo e, se olhassemos bem para ele, estava cheio de migalhas de bolachas...
(reação dos leitores)
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